abr
2
2010
Polyanna Almeida
“Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.”
d-.-b Bella’s Lullaby by Carder Burwell
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Eu ia gastar um tempinho escrevendo sobre o tal do “quase”. Isto que é, de longe, a minha maior angústia. Mas lembrei do texto “Quase” de Luis Fernando Veríssimo (ou de Sarah Westphal, que seja!). Com certeza absoluta é mais interessante ler isto de um deles do que ler de mim. Ô. Então.. Boa leitura!
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. Continue reading
3 comments | tags: Carter Burwell, Dúvidas, Escolhas, Poesia | posted in Pensamentos, Poesia
mar
16
2010
Polyanna Almeida
*________* Não acredito que fiz uma música com Letra/Melodia deveras emo! Bom, eu já não acredito que fiz uma música pra começar, isso nunca tinha me acontecido. Foi uma experiência bem maluca. Eu mostrei pra um colega a letra e cantarolei a melodia super rápido, apenas das duas primeiras frases e ele pegou o clima da música no ato. Gravamos duas estrofes e ficou fofo ^^. Nem está pronta, e também nem acho que irei terminar… Mas já valeu. Aff, estou muito, muito rouca então não mostrarei pra nobody, nem adianta pedir. E é Emo, cara, é sempre tudo igual, tipo… Super mega ultra tosca. Claro que isso não me tira o direito de ficar toda boba né, afinal.. é a primeira! Que idiotice ficar feliz com isso… Quer ver a letra? Então Continue reading
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jan
2
2010
Polyanna Almeida
“Ai, minha saudade,
chama meu amor de volta.
Diz pra ele que que não faz mais sentido
A chuva cair sem ele aqui,
Sem ele aqui.
Não dá pra ficar
Não dá.
Diz pra ele pra voltar.” [18:30h]
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dez
31
2009
Polyanna Almeida
Encontrei uma descrição muito boa de afinidade:
Afinidade
por Arthur da Távola
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil,
delicado e penetrante dos sentimentos.
O mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos,
as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida. Continue reading
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