abr 19 2010

Para aquilo que vale a pena

Polyanna Almeida

d-.-b What’s Going On by 4 Non Blonders

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“Para aquilo que vale a pena: Nunca é tarde demais, ou, no meu caso, cedo demais, para ser quem você quer ser. Não há limite de tempo, vai parar quando você quiser. Você pode mudar ou ficar na mesma, não há regras para isso. Nós podemos fazer o melhor ou o pior. Espero que você faça o melhor possível. E eu espero que você veja coisas que te assustem. Eu espero que você sinta coisas que nunca senti antes. Espero que conheça pessoas com um ponto de vista diferente do seu. Eu espero que você viva uma vida que sinta orgulho. E se você achar que não está satisfeito, eu espero que você tenha forças para começar tudo de novo.”

Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button) 2008


abr 2 2010

Quase

Polyanna Almeida

“Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.”

d-.-b Bella’s Lullaby by Carder Burwell

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Eu ia gastar um tempinho escrevendo sobre o tal do “quase”. Isto que é, de longe, a minha maior angústia. Mas lembrei do texto “Quase” de Luis Fernando Veríssimo (ou de Sarah Westphal, que seja!). Com certeza absoluta é mais interessante ler isto de um deles do que ler de mim. Ô. Então.. Boa leitura!

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.

É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. Continue reading


fev 7 2010

Protegido: Suicídio

Polyanna Almeida

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jan 2 2010

Saudade

Polyanna Almeida

“Ai, minha saudade,
chama meu amor de volta.
Diz pra ele que que não faz mais sentido
A chuva cair sem ele aqui,
Sem ele aqui.
Não dá pra ficar
Não dá.
Diz pra ele pra voltar.” [18:30h]


dez 31 2009

Afinidade

Polyanna Almeida

Encontrei uma descrição muito boa de afinidade:

Afinidade

por Arthur da Távola

A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil,
delicado e penetrante dos sentimentos.
O mais independente.

Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos,
as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida. Continue reading